Além disso, o abandono do cargo ocorre em meio a uma ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a qual o governador é réu, por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022. Segundo especialistas, a saída do cargo seria um movimento de sobrevivência política para Castro, que pode ficar inelegível se considerado culpado.
O início do julgamento, segundo TSE, está previsto para ocorrer nesta terça-feira (24). Mesmo fora do posto, ele continuará sendo julgado, porém, ele poderia recorrer da decisão do julgamento ainda elegível, podendo disputar e assumir o cargo de senador, até que o Supremo Tribunal Federal (STF) determine uma decisão final sobre o seu caso.
Com sua desistência e sem vice-governador para assumir, o governo do Rio de Janeiro passará para o quarto na fila de sucessão do Rio de Janeiro, o presidente do Tribunal de Justiça (TJ-RJ), desembargador Ricardo Couto.
O vice-governador da atual gestão, Thiago Pampolha (MDB), abdicou do posto, após ser eleito para ser conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ). Já o terceiro na linha sucessória, o presidente da Assembleia Legislativa (Alerj), Rodrigo Bacellar (União), está impossibilitado de assumir o posto por estar está preso.

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