Fotos: Reprodução/Rede sociais
O governo da Bahia exonerou o policial penal Tiago Sóstenes Miranda de Matos, suspeito de matar a tiros a empresária e estudante de direito Flávia Barros, 38. O crime ocorreu no quarto de um hotel no bairro Atalaia, em Aracaju, na manhã de domingo (22). O caso é investigado como feminicídio.
Tiago Sóstenes ocupava o cargo de diretor do Presídio Regional de Paulo Afonso desde maio de 2025.
A exoneração foi publicada na edição desta terça-feira (24) do Diário Oficial do Estado.
Ela foi sepultada no município sergipano de Canindé de São Francisco, distante cerca de 40 km de Santa Brígida, sua cidade natal, e a 60 km de Paulo Afonso (BA), onde vivia e conheceu Tiago Sóstenes há pouco mais de uma semana.
Procurada pela reportagem, a Seap (Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização da Bahia) não se manifestou.
A Polícia Militar de Sergipe foi acionada após hóspedes relatarem disparos de arma de fogo em um dos quartos do hotel. No local, os policiais encontraram a porta arrombada e a vítima já sem vida.
De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, o suspeito foi localizado dentro do quarto com sinais de tentativa de suicídio. Ele foi socorrido e levado ao Hospital de Urgência de Sergipe, onde passou por cirurgia e continuava internado em estado grave até a publicação deste texto.
Conforme a SSP, o policial penal usou a arma funcional para assassinar a empresária e tentar se matar em seguida. Familiares da jovem relataram que o casal havia viajado a Aracaju para assistir ao show de Rey Vaqueiro, no sábado (21).
Em nota, a Prefeitura de Paulo Afonso lamentou a morte de Flávia e afirmou que o caso representa “mais uma vida interrompida”.

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