Foto: Redes Sociais e SSP
O criminoso que morreu em um confronto a tiros com o capitão da Polícia Militar Osniesio Pereira Salomão, na noite desta quinta-feira (15/01), era um detento recém-beneficiado pela Justiça. Vitor Souza da Silva, conhecido como “Índio”, cumpria pena no Conjunto Penal de Lauro de Freitas e havia sido colocado em regime aberto pouco antes do episódio que resultou na morte do oficial.
Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), Vitor possuía um extenso histórico criminal e era apontado como integrante de uma facção criminosa com forte atuação na Bahia. Sua ficha incluía envolvimento direto com o tráfico de drogas e armas, homicídios, lavagem de dinheiro, roubos e corrupção de menores.
O capitão Salomão foi baleado durante a tentativa de assalto registrada na noite de quinta-feira, em frente à Bahia Marina e um vídeo que circula nas redes sociais mostra o crime. Ele chegou a ser socorrido e levado para uma unidade de saúde, mas não resistiu aos ferimentos. Índio foi baleado no confronto e morreu no local; um comparsa fugiu do local.
A SSP informou ainda que qualquer informação sobre o comparsa de Vitor seja enviada através do Disque Denúncia (181). O serviço funciona com total sigilo e o anonimato é garantido por lei.
Nesta sexta, o governador Jerônimo Rodrigues (PT) comentou a morte do capitão da PM e destacou que o policial não estava de serviço no momento do crime. Durante entrevista, o governador afirmou que o caso exige cautela e reforçou que o fato de o militar estar fora do horário de trabalho.
“Estamos tratando de um tema importante, que requer muita tranquilidade. O policial que veio a falecer não estava trabalhando, não estava em ação, mas é um policial, é um cidadão”, declarou.

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