Após postar um comentário sobre a confecção dos adereços com “vamos mudar um pouquinho, quem gostou comenta aí”. Camila voltou a usar as redes sociais para falar sobre o pedido de retorno à prisão. No processo, a promotoria afirmou que ela violou a lei que determina que o réu precisa "abster-se de remover, de violar, de modificar, de danificar de qualquer forma o dispositivo de monitoramento eletrônico ou de permitir que outrem o faça", conforme informação divulgada pelo jornal O Globo.
A advogada de defesa, Laila Estefania Mendes, informou ao Uol, que Camila sempre cumpre as normas impostas pela prisão domiciliar. "A defesa entende que não configura crime de violação de tornozeleira eletrônica, uma vez que aqueles adesivos são totalmente removíveis e em momento algum eles foram capazes de alterar o funcionamento do aparelho. Inclusive, tem um vídeo que ela mostra ela colocando os adesivos. É um adesivo simples, não utiliza nenhum material que possa danificar o aparelho, como não danificou”, disse.
Fonte/A tarde

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