Além disso, de acordo com Durval, ele começou a ser excluído dos shows e foi tratado com hostilidade por Luciano Ponto, produtor de Claudia Leitte. Segundo informações do site Notícias da TV, que conseguiu ter acesso ao processo, a advogada da artista, Carolina Agostinelli, solicitou mais 48 horas para a apresentação de provas, pois a data limite foi até o último dia 17.
O percussionista informou que trabalhava com a cantora desde de 2001, quando ela ainda era vocalista da banda Babado Novo. O músico afirma que os problemas vieram quando Luciano começou a ameaçá-lo com frequência e que chegou a notificar os episódios para Claudia, mas não houve mudanças.
"Vim desde a época do Babado Novo e fui tratado como cachorro, como lixo, como mendigo. De esquina, de quinta, como se eu não tivesse estudado para isso. Foi assim que eu fui tratado. Estou reivindicando pela forma que me trataram. Não tenho nada contra ninguém", disparou.
Ainda de acordo com Durval, a equipe da dona do hit "Bola de Sabão" foi negligente ao ir para um show em uma avião fretado, sem seguir as orientações sanitárias, o que fez com que alguns músicos fossem contaminados com a Covid-19. Ele alega que a situação foi omitida para que não houve uma repercussão negativa.
A assessoria de Claudia Leitte informou que o processo corre em segredo na Justiça.
Fonte/Varela Net

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