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Cigarros eletrônicos: Anvisa sugere manter proibição à venda no Brasil

         Estudos comprovam que dispositivos causam danos à saúde - 

 Febre entre os jovens, os cigarros eletrônicos são maléficos à saúde e podem causar rapidamente problemas pulmonares , além de aumentar o risco de eventos cardíacos. A constatação em resultados finais de uma avaliação técnica apresentado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) nesta quarta-feira, 6, faz com que a indicação seja para  manter a proibição aos dispositivos, com aumento da fiscalização para coibir o mercado irregular. 
A avaliação técnica da Anvisa aponta que nenhum dispositivo eletrônico é útil para ajudar fumantes a pararem de fumar e que cigarros eletrônicos causam dependência e diversos riscos à saúde. 

Além disso, a Anvisa apontou que uma suposta redução de substâncias contidas nos cigarros eletrônicos, na comparação com os cigarros tradicionais, não significa redução de danos à saúde. Outra preocupação é que os cigarros eletrônicos favorecem a entrada dos jovens no tabagismo.

Fabricantes dos dispositivos reivindicam a liberação de vendas dos cigarros eletrônicos no Brasil sob argumento de que eles oferecem risco reduzido à saúde, em comparação ao cigarro tradicional. No país, o produto é proibido pela Anvisa desde 2009. Em países onde os cigarros eletrônicos está liberado, há tentativas de restrição ao uso.

Também conhecidos como vapes, os cigarros eletrônicos funcionam por meio de uma bateria que aquece um líquido interno, composto por água, aromatizante, nicotina, propilenoglicol e glicerina. Têm formas variadas, e modelos mais modernos se parecem com pen-drives. Alguns são fechados: não é possível manipular o líquido interno. Outros podem ser recarregados com líquidos de várias substâncias e sabores.

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