No documento, o promotor de Justiça Fernando Lins e o procurador da República Leandro Bastos Nunes argumentam que “a manutenção da atual rede bancária é absolutamente incapaz de lidar com os volumes financeiros e o alcance populacional proposto pelo auxílio emergencial”.
Eles requerem que a União seja determinada a fazer a implementação no prazo de 10 dias.
O promotor e o procurador acrescentam ainda que diversas instituições financeiras possuem larga capilaridade no país e dispõem de ampla estruturação física, equipamentos conectados em rede e de pessoal qualificado, de modo a poderem oferecer o serviço de pagamento com mais racionalidade e conforto aos milhões de beneficiários do auxílio emergencial.
Segundo o MP-BA, somente com o reforço das agências do Banco do Brasil, o número de agências bancárias à disposição dos brasileiros mais que dobraria e a inserção das demais instituições aumentaria em cinco vezes mais o número de agências no processo de pagamentos

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