Um dos fatores que pode complicar a situação, segundo o Sinspeb, é o número de policiais penais. Na unidade de Feira de Santana, a maior do estado, há 20 policiais penais para um conjunto de quase 1,8 mil presos, distribuídos em 11 pavilhões masculinos, 1 mine-presídio e1 pavilhão feminino.
Pimentel pede investimentos para os profissionais que fazem a guarda da carceragem, como monitoramento por câmera e bloqueadores de celulares que têm a função de impedir a comunicação dos apenados com o mundo exterior, além de concurso público para o setor.

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